AVE SANGRIA, PAPANGU e ZEPELIM E O SOPRO DO CÃO: Psicodelia Nordestina no Circo Voador!

A força do rock nordestino aterrissa na Lona da Lapa no sábado (26/09), com as bandas Papangu da Paraíba e as pernambucanas Ave Sangria e a Zepelim e o Sopro do Cão. Certeza de um bom evento e que a psicodelia reinara no Circo Voador! A iniciativa é da Grande Roubada Produções e os ingressos estão à venda!

TEXTO: Michael Meneses!
FOTOS: Divulgação

Que o rock nordestino SEMPRE, rendeu bons nomes nos mais diversos segmentos do estilo, não temos dúvida! Assim como também não entramos em nenhum questionamento que o sábado, 26 de setembro, será mágico com as apresentações das bandas Papangu (PB), e as pernambucanas Ave Sangria e a Zepelim e o Sopro do Cão, que abre a noite no Circo Voador.

PAPANGU: Lançando o álbum “Celestial” e formada atualmente por Marco Mayer (baixo), Hector Ruslan (guitarra), Rodolfo Salgueiro (teclado), George Alexandria (bateria) e Pedro Francisco (guitarra, flauta, teclado, percussão e saxofone), a banda apresenta uma fusão experimental de rock progressivo, MPB, metal extremo, zeuhl, ciranda e forró. Ou seja, toda essa loucura experimental é um convite ao leitor Rock Press, ouvir e assistir esses paraibanos.

O disco Celestial é o terceiro trabalho de estúdio da banda e foi gravado em Berlim (Alemanha), ao final da primeira turnê europeia do Papangu.

AVE SANGRIA: 50 anos não são 50 dias, mais de 50 então nem se fala, é história! Uma história que percorreu e sobreviveu as tendências de épocas e até a ditadura. Fundada no ano de 1974 a banda foi perseguida pela censura durante o regime militar, e teve seu primeiro disco recolhido pelos órgãos de censura da época, que alegava que a música “Seu Valdir”, era um “incentivo à homossexualidade”. Por conta disso o Ave Sangria, foi impedida de realizar shows, promover seu trabalho e com isso a gravadora cancelou o contrato com a banda. Apenas agora em 2026, ocorreu a reparação histórica, com a Comissão de Anistia do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania aprovou, em sessão plenária, a anistia política da banda, reconhecendo formalmente a perseguição sofrida por seus integrantes durante a ditadura militar brasileira promovida pelo governo militar dos anos 1970.

A expectativa para o show no Circo Voador é grande, com muita gente comentando sobre essa apresentação há meses, todo mundo animado com o repertório que certamente vai incluir canções do álbum homônimo de 1974 e do disco “Vendavais” de 2019.

ZEPELIM E O SOPRO DO CÃO: Formada em 2006 por Babu, Dede e Frango, a banda de Campina Grande (PB), Zepelim e o Sopro do Cão, abre a noite apresentando o um som que reúne, elementos do Rock Brasil 90, incluindo Hardcore, RAP e outros estilos, sempre com a força e energia das experiências de quem vive pelo interior do nordeste! Aqui na Rock Press (e assim como nossos leitores), acompanhamos o Rock Independente Brasileiro faz muito tempo, e sempre ouvimos excelente comentários da banda, o que reforça a nossa expectativa em assisti-los ao vivo!

RECOMENDAMOS…

A produção é da Grande Roubada, agora pensem com a gente, Ave Sangria, Papangu e Zepelim e o Sopro Do Cão juntos em uma noite que promete ser lisérgica no Circo Voador, é impossível não dizer que #Recomendamos! – Michael Meneses!

SERVIÇO:
SHOWS: Papangu + Ave Sangria + Zepelim e o Sopro Do Cão
DATA: Sábado, 26 de setembro de 2026 (abertura dos portões às 20).
LOCAL: Circo Voador – Rua dos Arcos, s/nº – Lapa – Rio de Janeiro/RJ
INGRESSOS: Antecipados no site da Eventim (AQUI) e na Bilheteria do Circo Voador, sempre 2h antes da abertura dos portões.


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MICHAEL MENESES – É o editor da Rock Press deste 2017, criador do Selo Cultural Parayba Records, fotojornalista desde 1993, foi fanzineiro nos anos 1980/90, jornalista e cineasta de formação, pós-graduado em artes visuais. Fotografa e escreve para diversos jornais, revistas, sites e rádios ao longo desses últimos 30 anos, também realiza ensaios fotográficos de diversos temas, em especial música, jornalísticos, esporte, sensual, natureza… Pesquisa, e trabalha com vendas de discos e mídias físicas em geral. Michael Meneses é carioca do subúrbio, filho de pai paraibano de João Pessoa e de mãe sergipana de Itabaiana. Vegetariano desde 1996. Em junho de 2021 foi homenageado na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro pelo vereador Willian Siri (PSOL/RJ), com moção honrosa por iniciativas no audiovisual e na cultura suburbana. Torce pelo Campo Grande A.C. no Rio de Janeiro, Itabaiana/SE no Brasil e Flamengo no Universo. Atualmente, dirige o filme, “VER+ – Uma Luz chamada Marcus Vini”, documentário sobre a vida e obra do fotojornalista Marcus Vini. Com a Parayba Records, realiza o Parayba Rock Fest, um evento multicultural na Areninha Cultural Hermeto Paschoal em Bangu/RJ, no subúrbio carioca. Administrador da loja de discos Discontração, que além de discos de Vinil e CDs, também vende DVDs, HQs, Livros e cultura pop em geral. É maluco de carteirinha e adepto ao “Faça Você Mesmo”

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