DIA MUNDIAL DO ROCK RJ 2026: O Evento!

A Rua Ceará e adjacências receberam pelo terceiro ano seguido o evento em homenagem ao Dia Mundial do Rock. A iniciativa ocorreu no último domingo (12/07), e contou com mais de 100 bandas. A diversão se fez presente e a Rock Press conferiu.

Evento pelo Dia Mundial do Rock 2026
Rua Ceará – Praça da Bandeira – Rio de Janeiro
12 de Julho de 2026

TEXTO: Larissa Zanchetta e Michael Meneses!
FOTOS: Larissa Zanchetta

Organizar qualquer evento que seja não é fácil, imagine um festival gratuito com mais de 10 palcos e mais de 100 bandas? Para isso a produção reuniu alguns dos melhores produtores independentes do rock carioca, que levaram suas experiências para palcos dos tradicionais bares e clubes de rock da região.

Pelo terceiro ano seguido o evento deu certo: não foi tão envolvente como a primeira edição de 2024 (Leia Aqui), mas não ficou a desejar. Sucesso de público, mesmo que não estivesse tão cheio como nas edições anteriores (talvez pela Copa do Mundo e pela ameaça de chuva). Contudo, quem foi presenciou boas apresentações e um ambiente de paz, onde só observamos uma única briga ocorrida já perto do final.  

Alguns palcos eram certeza de bons shows tendo em vista suas curadorias e a qualidade das bandas, outros focavam em um único estilo e afins, alguns tinham melhores equipamentos, e assim a catarse coletiva fluiu. Teve também quem acha que “revolucionou” incluindo bandas covers na programação.

A equipe da Rock Press, rodou por vários palcos e esteve presente em diversas apresentações. Segue um pouco do que acompanhamos.

PALCO ON THE ROCK
Duck Walk Pub

No Sunny Dayz – Sempre um Bom show!

Reunindo algumas das melhores bandas da cena carioca e um dos poucos palcos que contou com bandas do interior, o espaço manteve o status de excelência de um dos melhores pubs da região: Duck Walk Pub.

MAKINAFRIA – A banda abriu os trabalhos no palco e entregou uma apresentação enérgica, com riffs marcantes e uma base rítmica pulsante que rapidamente estabeleceu o clima.

KLINSH – Quem também passou por esse palco foi a Klinsh, que ainda que com o baterista convidado, deixou seu recado!

IGUANAS-X – Um dos nomes mais veteranos do festival e representante da cena Sul-Fluminense, a Iguanas-X, mesmo com problemas técnicos, fez bonito, aliás, como sempre faz!

LÍBERA – Envolvimento com o publico é um dos destaques dessa banda, seu empoderamento nunca erra!

RISCA FACA – Uma das revelações do rock no Rio de Janeiro, essa banda de Niterói tem feito bonito por onde passa com seu Rock+Metal+Blues+Regional, e aqui não foi diferente!

NOSUNNYDAYZ – Dispensando comentários, a NoSunnyDayz, apresentou músicas novas e pode ser vista como um dos destaques de todo o festival, seu show contou com a participação especial do músico Daniel Leon (vocal e gaita da Risca Faca), o que abrilhantou ainda mais o set.

PALCO ROCK GIRS
Pecado Mora Ao Lado

De todas as curadorias de palcos, esse foi um dos mais certeiros, eclético, com bandas novas, veteranas, ou seja, o power trio do coletivo Rock Girs acertou novamente.

SAVANT – Veteranos do Metal Carioca!

SAVANT – Abrindo a série de shows do palco Rock Girls, esses veteranos do metal carioca, entregaram uma apresentação que equilibrou peso e melodia, valorizando os riffs em uma pegada digna para bate cabeças.

MAU PRESSÁGIO – Veteranos do punk-rock carioca, a banda já começou rompendo a barreira entre palco e plateia: o vocalista iniciou a apresentação em meio ao público, criando uma conexão imediata. Som pesado, mas cadenciado, com intervalos bem demarcados que de uma hora para outra se transformavam com uma virada e com vocais rasgantes.

TEXUGA – A banda transformou a frente do palco em um verdadeiro caos. O público mal conseguia se mover enquanto o Texuga despejava um punk cru, estridente e cheio de personalidade. Com mulheres ocupando o protagonismo, entregou uma apresentação feroz, autêntica e impossível de ignorar.

BENKENS – Revelação do Indie Rock Carioca!

BENKENS – Colocaram geral cantar junto, e, quase para tocar guitarra também, já que um dos guitarristas desceu do palco e tocou no meio do povo. Entre músicas novas e singles já consolidados como “Afraid”, a banda refletiu sobre a coragem e o quanto devemos estar atentos a quem anda do nosso lado. Ah sim! Falando em guitarras, teve duelos de guitarras no set, não como um Wishbone Ash nos anos 1970, mas tão bons como nas guitar-band dos anos 1980/90.

PALCO AKASHA + KUPULA
Pecado Mora Ao Lado

HUNGRY JACKALZ – Peso e Atitude!

Na calçada do pub, esse palco uniu dois produtores de destaque no underground carioca, Pity Portugal e Diego Kupula, e o resultado foi a diversão garantida para todos os presentes.

ESTRANHO EU – Com apenas guitarra e bateria, o duo mostrou que não é preciso uma formação numerosa para preencher o palco. O rock melódico da dupla entregou arranjos cheios de personalidade, criando uma atmosfera envolvente, que faz viajar aos anos 90.

CÁSSIA NOVELLO – Se revelando a cada show!

FAR BEYOND EMPIRE – Entregando uma apresentação performática e sombria, a banda entregou metal nu e cru: com muitos vocais rasgantes e quase guturais, bateria e guitarras marcantes e pesadas.

CÁSSIA NOVELLO – Cantora revelação do rock carioca, Cássia Novello agradou a todos, inclusive quem estava chegando atrasado ao seu set e lamentou que perdeu toda a apresentação.

PAPERHEAD – Iniciou seu set com muita atitude e seguiram com melodias marcantes o que com certeza prendeu a atenção dos presentes.   

HUNGRY JACKALZ – Atitude no palco é uma das características dessa banda, sinônimo de vocais imperativos, bons riffs e uma sonoridade agressiva.

NEGRAYSCOW – Novos representantes do rock besteirol do Rio de Janeiro, essa banda veio de Petrópolis, na Região Serrana para apresentar seu “Rock and Rir”, entre os sons, “Metaleiros de Shopping”.

PALCO GARAGE VIVE
Bar do Osias

Em um ambiente onde você entra e tem aquela sensação de “Isso Aqui é Muito Underground” destacamos dois shows desse espaço:

QUADRILHA NEOLATINA – A soma do Forro com Hard-Core suburbano, assim definimos o som dessa banda performática e formada por bons músicos.

ISSOS – Peso e atitude definem o som dessa banda bastante atuante do cenário carioca. Infelizmente seu set foi quase que prejudicado pela única briga que presenciamos.

PALCO HEAVY DRINK
Duck Walk Pub

Devido a problemas técnicos e de produção esse palco foi acolhido pelo Palco On The Rock / Duck Walk Pub e assim a parceria se fez presente, na raça! Com bandas da zona oeste carioca e bem atuantes no cenário carioca aqui apresentaram performances intensas entre as quais:

TERRORSTORM – Veterana banda da zona oeste do Rio de Janeiro, pode-se dizer que a banda fez uma apresentação arrasa quarteirão, mostrando a força do metal suburbano no evento.

CEIFFADOR – Outro show arrasa quarteirão desse palco foi o dessa banda da zona oeste carioca e liderada pelo produtor Jefferson Checo, uma figuraça do rock suburbano, cheio de atitude a apresentação foi um desses momentos mágicos do heavy metal.

PALCO S.A.S. PRODUÇÕES
Deposito do Iranildo

Já passava das 21h quando o musico, produtor e administrador da loja Roll, Luciano Vandalo, me falou: “Michael, de todos os palcos, esse foi o melhor que eu vi”. Residente na Região dos Lagos (RJ), Luciano não tocou no evento, mas, havia se apresentado em um festival de Rock Progressivo em Niterói/RJ na noite anterior com sua banda a Vultus Inside, dividido palco com a bandas Caravela Escarlate e com a lendária Veludo. Se liga no que rolou nesse palco.

PAULO SCHWINN – Em mais uma apresentação da sua carreira solo, o vocalista da banda Sujeitos Compostos, deu início aos trabalhos nesse palco. Uma ótima escolha.

Anacrônicos – Experiência em Ação!

ANACRÔNICOS – Formada por músicos experientes do rock independente carioca, essa banda é sempre a certeza de um bom show e assim ocorreu. Com influencias do The Clash e letras que traduzem muito do cenário de alienação política e com um som que fica na nossa cabeça durante um bom tempo. Definitivamente um nome para incluir na playlist.

MANDACARU – Chamaram atenção pelos solos inspirados e pelo uso de instrumentos de sopro e precursão e assim, ampliando a riqueza dos arranjos. Uma apresentação que foge do lugar-comum, e aposta na experimentação sem perder a força.

HOLLYWOOD ORIGINAL – Com bons os solos, e uma apresentação em uma atmosfera quase hipnótica, conduziram o público por paisagens sonoras que convidam à imersão. Um daqueles shows que prendem mais pelo clima do que pelo impacto imediato.

DEDO DE BRUXA – Liderada pela cantora e produtora Simone S.A.S. e composta por excelentes músicos, essa banda evolui a cada show.

MAGMA VELVO – Outra banda formada por músicos veteranos, seu som mistura blues, rock e poesia. Falando nisso, ao final dessa apresentação o microfone foi aberto para alguns poetas presentes. Ou seja, Arte Somando Arte.

OS BARRA MANSA – Uma banda revelação formada por músicos experientes!

OS BARRA MANSA – Fechando a noite no palco S.A.S. Prod. Essa banda formada por músicos veteranos agitou os presentes, apresentando suas composições e algumas poucas versões, incluindo, “Realce” do Gilberto Gil, que balançou desde meninas da mimosa até o Marcelo Saci da Banda Cara de Porco que estava presente conferindo essa revelação do Rock RJ.

PALCO GARAGE GRINDHOUSE

Com dois palcos, esse templo sagrado do underground carioca recebeu uma seleção de bandas dignas do evento: nomes veteranos que passaram pela casa nos anos 1990 e bandas das gerações mais atuais marcaram a presença.

DIABO DE SAIA – No palco sagrado do Garage!

DIABO DE SAIA – Com uma apresentação potente a banda conduziu um show intenso, transmitindo essa sensação para quem os assistia.

KATINA SURF – Tendo como vocalista Larry Antha, que em décadas anteriores fez história na casa tocando com o eterno Sex Noise, dessa fez foi a vez com o Katina Surf. Um show desses momentos onde o clima de descontração se encontra com a atitude e performances intensas.

ROCK: PERTENCIMENTO

Por Larissa Zanchetta

MAU PRESSÁGIO – Experiência, Bom Humor e Atitude Punk Rock!

Apesar de já conhecer a Rua Ceará — ainda que apenas por uma rápida passagem ao Duck Walk Pub para fotografar o aniversário de uma amiga — eu nunca tinha realmente vivido aquele lugar. Às vezes, a gente passa anos ouvindo falar de um espaço até finalmente conhecê-lo de verdade. Sabia da sua importância para o underground, sua história no rock da cidade, mas nunca tinha caminhado naquelas ruas. Era preciso estar ali, participar, encontrar rostos desconhecidos e, ao mesmo tempo, sentir uma estranha familiaridade. Foi assim que cheguei ao Dia Mundial do Rock 2026, sem imaginar que encontraria algo que acreditava existir apenas em outros lugares do mundo: um lugar onde a música serve de ponto de encontro, identidade e pertencimento.

Um dos Berços da cena underground carioca, com bares e moto clubes localizados no entorno das ruas Ceará, Sotero dos Reis e Hilário Ribeiro, e que, naquela tarde, foi tomada por bandas, produtores e amantes da cena, que se misturavam ora assumindo um papel de músico, ora ouvintes. O evento mostrou toda a pungência da música independente carioca. Foi o momento de colocar por terra todo aquele discurso que alguns insistem em repetir: “Não se fazem mais bandas como antigamente.” (N. do Editor: se faz sim, mas muita gente só que ouvir bandas consagradas).

Lá foi possível conhecer bandas talentosas, de diversos estilos. Entre autorais e covers, de metal ao indie, do blues ao grind. Um dia para celebrar a música.

E observando todo aquele mar de gente, com muita personalidade, percebi que a cena desempenha um papel ímpar: lá vi diversas pessoas se encontrando (e ouso dizer; se reencontrando consigo mesmas). Eventualmente nomes eram gritados, ombros tocados, acenos e abraços trocados. Amizades que há muito não se cruzavam podiam ser vistas celebrando o tempo, e assim, atualizando as novidades. Presenciei famílias com crianças de várias idades já compartilhando a música e esses momentos.

Se posso resumir o evento com uma palavra, sem dúvida seria “Troca”. Troca com cada produtor, banda, público. Ainda que cansados, o sentimento de cada pessoa que tive o prazer de conversar foi unânime: aquele lugar era revigorante. E particularmente, há tempos não me sentia acolhida como me senti naqueles cenários.

E, assim como outras pessoas, me questionei muito o porquê de não ter evento mais vezes ao longo do ano. Mas acho que esse é o propósito de eventos marcantes assim: esse sentimento de que foi um momento incrível, mas com aquele gostinho de queremos mais. – Larissa Zanchetta.

Para melhorar…
Em termos de produção, notamos que cada ano o evento evolui positivamente. Diferente de outros anos, o início da Rua Ceará estava fechado para entrada e saída de veículos, e isso foi positivo. Por outro lado, muita coisa precisa melhorar, sentimos falta de banheiros químicos, especialmente para uso feminino e das crianças presentes, afinal, mesmo com dezenas de bares, seus banheiros não davam vazão para tanta gente. Outra coisa que precisa ser organizado é a distribuição da localização dos palcos, em alguns casos era possível ouvir o som de duas ou três bandas ao mesmo tempo.

Para refletir…
Sentimos falta de mais bandas do interior e até de outros estados em um evento como esse. Também lamentamos as bandas covers, assim como lamentamos a falta de bandas de rock progressivo no evento, mas também entendemos que bandas de rock progressivo autorais podem ser complicadas de lidar e talvez nem queiram tocar em meio a tantas bandas (uma pena).

E se toda essa mobilização entre produtores, bandas, espaços, mídia alternativa e o público não acontecesse apenas em um único dia, mas se estendesse ao longo de todo o ano? A Rock Press acompanha de perto a cena independente e sabe da dedicação de quem faz tudo acontecer e, mesmo com tantos shows acontecendo semanalmente, muitos ainda têm espaço para receber um público maior. Isso mostra que o desafio não é a falta de qualidade ou de artistas, mas de ampliar a conexão entre a cena e o público e transformar o discurso de apoio em presença. Quando todos se unem para divulgar, apoiar e participar, quem ganha é a música independente.

A cena independente não precisa de um dia para provar que está viva. Precisa de uma comunidade que apareça, divulgue, compartilhe e fortaleça quem mantém o underground pulsando 365 dias por ano.

Entendam: Todo o Dia é Dia Mundial do Rock, sempre tem shows acontecendo pela cidade. Prestigiem o agora e não esperem apenas pelos megaeventos, faça do underground o novo mainstreem! – Michael Meneses!

PRODUTORAS PARTICIPANTES:
Zimbabue
Rock Girls
Let’s Rock
New Planet
Heavy Drink
Garage Vive
On The Rock
Bucho Discos
Warm Eventos
Rolé Garagista
SAS Produções
Akasha Rock Fest
Kupula Rock Metal

ESTABELECIMENTOS PARTICIPANTES:
Oásis Bar
Skulls MC
Krânio MC
Duck Walk Pub
Heavy Beer Bar
Garage Grindhouse
Depósito do Iranildo
Rio Riders Brasil MC
O Pecado Mora ao Lado

BANDAS PARTICIPANTES (em ordem alfabética):
4line
A Grave
Alan Jones
Anacrônicos
Baga
Barba Ruiva
Benkens
Black Bullet
Black Priest
Black Voodoo
BlackOut HC
Cássia Novello
Ceiffador
Cervical
Chuvisco Podre
Cidade Nüa
Cithreronia
Cliva
Congo Shock
Corvos
Coyote Valvulado
Crápula
Cromossomos
Dedo De Bruxa
Deftones Rio
Diabo De Saia
Disola
DJ Hunter
DJ Thell
Dokomademo
Eptismo
Ermos
Erus
Estigma Inc
Estranho Eu
Ever Rain
Far Beyond Empire
Figthing Stick
Foolish
For-Life
Frattura 55
Garota Bagdá
Gruta
Habitantes De Lugar Nenhum
Hallted
Helltrench
Hollywood Original
Hungry Jackalz
Hydrah
Iguanas-X
Ilegais & Clandestinos
Invernia
Issos
Johta P.
Katina Surf
Klinsh
Krosta
Kruger
Laggus
Líbera
Loko
Lowd
Magma Velvo
Makinafria
Mandacaru
Mau Presságio
Motorock Ordinários
Mundo No Kaos
Nãdha
Negrayscow
Neon Desert
New Yellow Bricks
No Mercy
No Sunny Dayz
Nobody’s Perfect
Ordem Hermética
Os Bagaças
Os Barra Mansa
Os Imprestáveis
Pacto Social
Paperhead
Paulo Schwinn
Períneo
Peyote
Pinheads
Polymath
Post Mix
Punhal
Punkeando Raul
Quadrilha Neolatina
Ravengar (ES)
Redux
Regorge
Resurrected
Revolução Televisionada
Rider Soul
Risca Faca
Samarian Blues Experince
Samsara
Santiyaguo
Savant
Sentido Oposto
Silvera
Sob Cerco
Speaker Destroyer Machine
Spell Garden
Staysafe
Sullester
Tdah
Terrorstorm
Texuga
Tha Mello
Trama
Tribunal De Rua
Tributados Tocam Raul
Tyhell
Venuz
Veritas P.O.D. Tributo RJ
Witch Sisters
Zaira Band
Zaynard Band

LARISSA ZANCHETTA Carioca, fotógrafa, comunicadora, produtora de eventos e curiosa profissional. Formada em Turismo e Fotografia, com especialização em Direção de Arte e atualmente em formação nas áreas de Publicidade e Propaganda, Marketing e Gestão Estratégica de Eventos, encontrou na imagem uma forma de juntar algumas de suas maiores paixões: música, cultura, pessoas e histórias. Atua na fotografia de shows, eventos, gastronomia (deguste) e retratos, mas é no palco — entre luzes dinâmicas, movimentos imprevisíveis e alguns poucos segundos para capturar o momento certo — que encontrou uma das suas maiores formas de expressão (veja). Atualmente cercada por seis gatos e duas cachorras, vegetariana, apaixonada por viagens e por conhecer novos lugares e pessoas, é também uma exímia cantora de karaokê (há dúvidas). Entre uma câmera, um show, uma viagem e um karaokê de qualidade duvidosa, o que mais gosta de fazer na vida é conhecer gente nova e ouvir histórias.

MICHAEL MENESES – É o editor da Rock Press deste 2017, criador do Selo Cultural Parayba Records, fotojornalista desde 1993, foi fanzineiro nos anos 1980/90, jornalista e cineasta de formação, pós-graduado em artes visuais. Fotografa e escreve para diversos jornais, revistas, sites e rádios ao longo desses últimos 30 anos, também realiza ensaios fotográficos de diversos temas, em especial música, jornalísticos, esporte, sensual, natureza… Pesquisa, e trabalha com vendas de discos e mídias físicas em geral. Michael Meneses é carioca do subúrbio, filho de pai paraibano de João Pessoa e de mãe sergipana de Itabaiana. Vegetariano desde 1996. Em junho de 2021 foi homenageado na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro pelo vereador Willian Siri (PSOL/RJ), com moção honrosa por iniciativas no audiovisual e na cultura suburbana. Torce pelo Campo Grande A.C. no Rio de Janeiro, Itabaiana/SE no Brasil e Flamengo no Universo. Atualmente, dirige o filme, “VER+ – Uma Luz chamada Marcus Vini”, documentário sobre a vida e obra do fotojornalista Marcus Vini. Com a Parayba Records, realiza o Parayba Rock Fest, um evento multicultural na Areninha Cultural Hermeto Paschoal em Bangu/RJ, no subúrbio carioca. Administrador da loja de discos Discontração, que além de discos de Vinil e CDs, também vende DVDs, HQs, Livros e cultura pop em geral. É maluco de carteirinha e adepto ao “Faça Você Mesmo”.

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