Fundada na década de 1980, a Picassos Falsos faz show no Rockarioca Convida, edição de 5 anos do Coletivo Rockarioca, que ainda terá a cantora Katia Jorgensen, DJ Renato Lima e acontece na quinta-feira (14/08), no La Esquina. Aproveitamos o clima festivo, para um papo com Luiz Henrique Romangnoli, baixista da Picassos Falsos na coluna 1,2,3,4 da Rock Press…

PICASSOS FALSOS
30 ANOS E AO VIVO NO ROCKARIOCA CONVIDA!
ENTREVISTA: Michael Meneses!
FOTOS: Divulgação
O ano era 1985, Rock in Rio, Rádio Fluminense FM, Circo Voador, Revistas de Rock nas bancas, Lojas de Discos… e no bairro da Tijuca, na zona norte do Rio de Janeiro, surgia a Picassos Falsos. A banda misturava rock, pop, soul e funk com ritmos brasileiros como samba, afoxé, coco e baião.
Logo, veio seu primeiro álbum, o disco homônimo contou com hits como “Carne e Osso” e “Quadrinhos” que fez parte da trilha sonora da série “Armação Ilimitada”, sucesso da Rede Globo nos anos 1980.

“Supercarioca” (capa ao lado), foi o segundo trabalho e muito bem recebido pela mídia e fãs, com sucessos como “Bolero”, “Rio de Janeiro” e “Supercarioca”. Na época a banda, contava com Humberto Effe (voz, violão e letras), Gustavo Corsi (guitarra), Luiz Henrique Romagnoli (baixo) e Abílio Rodrigues (bateria).
Na década de 1990, a banda deu uma pausa e só retornaram as atividades no ano de 2001. Veio o terceiro disco, lançado pelo Selo Pscotronica e intitulado de “Novo Mundo” (2004). Também foi o momento do show “Hipercariocas”, que celebrava a música brasileira com versões de canções de Paulo da Portela, João Donato, Chico Buarque e João Nogueira. Ainda naquele ano, participaram do TIM Festival, dividindo palco com a PJ Harvey e com o Primal Scream.
Os 25 anos do álbum “Supercarioca” não passaram em branco, e em 2012 veio o projeto “Picassos Falsos – Supercarioca 25 anos”. Já em 2015, a banda lançou o single “Nunca Fui a Paris” (Somlivre). Antenados com as modernidades virtuais, em 2017, lançaram por meio de um financiamento coletivo o disco “Nemtudopodesever”, trabalho que inclui a regravação de “Pavão Mysteriozo” do Ednardo. Ainda em 2017, Abílio Rodrigues deixou a banda, que seguiu como trio, e passou a contar com bateristas convidados. Para a apresentação no Rockarioca Convida o músico Lourenço Monteiro, assume as baquetas.

Conversamos com o baixista Luiz Henrique Romangnoli sobre o passado, presente e futuro da banda nesta entrevista na Coluna 1,2,3,4… da Rock Press.
1 – Michael Meneses! – Rock Press: Tirando a pausa na década de 1990, neste ano de 2025 a banda completa 30 anos. Você poderia fazer um balanço da história da banda?

Luiz Henrique Romangnoli / Picassos Falsos: A história do Picassos Falsos é, antes de tudo, a história de amigos que se amam e que descobriram e abraçaram a música juntos. Eu só entrei no Picassos Falsos em janeiro de 1988, mas, desde os tempos em que a banda se chamava O Verso, em 1985, 86, estava próximo. Até porque Gustavo Corsi e Abílio Rodrigues eram – e ainda são – meus melhores amigos. Antes de assumir a diretoria de baixaria, cheguei a ser roadie da banda. Antes de mim, passaram pelo Picassos três baixistas: Caíca (ainda dos tempos de O Verso, autor da linha de baixo mais genial do repertório, a de “Carne e osso”), Zé Henrique (que gravou o LP de estreia, “Picassos Falsos”, de 1987) e o Bombom (que ficou apenas seis meses na banda; egresso do Kongo e que sairia para tocar no Conexão Japeri, do Ed Motta). Em resumo, a história do Picassos pode ser resumida como uma história de inquietude. Somos inquietos. Musicalmente, gostamos de muita coisa e sempre tivemos uma atração por algo “esquisito” na nossa estética, no nosso som. Apesar de que eu sou também um fã de música pop. Também é uma história de idas e vindas, de rompimentos e reatamentos, de despedidas e reencontros. Ah! E nossa história passa pela Subsom, loja de discos que ficava na Praça Saenz Peña, na Tijuca. Batíamos ponto lá por anos a fio, na década de 80. Maurílio, o dono, sempre nos apresentava músicas e artistas novos. Eram horas debatendo nadismos do tipo: quem toca mais, Jimmy Page ou Ritchie Blackmore? E foi ele que financiou a primeira fita demo do Picassos, que tocou na Fluminense FM e atraiu a atenção da Ana Maria Bahiana e do José Emílio Roondeau, jornalistas de música importantes. Foi por esse caminho que o Picassos chegou a ser contratado pelo selo Plug, da BMG Ariola. Parte importante dessa história está nos versos das letras do Humberto. Para mim, é um privilégio ser parceiro de um versador desse tamanho. Outra coisa importante é que nós nos identificamos muito pouco com o BRock dos anos 80. Falando por mim, gosto de algumas coisas – notadamente Paralamas, a melhor banda daquela geração, Barão com Cazuza e Ira! – mas não me sinto fruto daquela época. Nem musicalmente e muito menos ideologicamente. Acho o BRock dos 80 politicamente niilista, puxa para o não engajamento, o oposto da geração da MPB da era dos festivais. Em resumo, a história do Picassos é a história de uma banda de música brasileira, de uns garotos, que como eu, amavam os Beatles e a Clementina de Jesus.
2 – Rock Press: Desde a década de 1980, a banda mescla rock com MPB e outros estilos? Por que optaram por essa fórmula?

Luiz Henrique Romangnoli: Na verdade, não houve uma opção e nem há uma fórmula. Nascemos na década de 60 e crescemos na década de 70. Nas rádios, na TV, nas trilhas de novela, tocava de tudo. Ouvíamos Elton John, Earth Wind & Fire, Steely Dan, Rolling Stones e Carly Simon junto com Chico Buarque, Roberto Carlos, Jorge Benjor, Milton, Gil, Caetano, Gal, Bethânia, Elis… E samba. Muito samba. Martinho, João Nogueira, Clementina, Clara Nunes, Beth Carvalho… Tudo isso fazia sucesso. Tudo isso caía no nosso colo. Luiz Gonzaga, Noel Rosa e Pixinguinha, por exemplo, estavam grudados no nosso subconsciente. E tinha o rock, que não tocava nas rádios (até surgir a Fluminense FM), mas a gente gostava e comprava os discos. De Genesis, uma das bandas favoritas do Abílio, a Clash, uma das que mais amo. Muito Hendrix, Led Zeppelin, Beatles, Who e Stones. Mais tarde, Police, Echo & The Bunnymen, U2 do começo, PIL, The Jam, hip-hop… E amarrando tudo isso, funk, soul, r&b e disco. Músicas como “Bonnie & Clyde”, “Quadrinhos” e “Vou à Vila” são leituras nossas do funk, da disco e do soul. O que quero dizer com isso é que essa mistura era e continua sendo muito natural, muito intuitiva e orgânica para nós. E, quando a gente para e pensa, não é só o Picassos que faz isso. Vários de nossos ídolos e referências, particularmente do Brasil, mesclam rock, funk, folk, progressivo, soul e o escambau com ritmos brasileiros: Caetano, Gil, Belchior, Sérgio Sampaio, Melodia, Baby & Pepeu, Milton e o Clube da Esquina, Belchior, Ednardo, Tim Maia, Jorge Benjor, Secos & Molhados… A lista é enorme. Sempre digo que o verdadeiro BRock não é o dos 80, mas é essa turma aí que citei. Artistas que partiram de ritmos brasileiros, absorveram a música estadunidense ou inglesa e devolveram algo absolutamente novo e original, só possível no Brasil. Não é MPB, não é rock. É rock à brasileira ou MPB roqueira. Pensa nos Novos Baianos, no Erasmo pós Jovem Guarda. Uma característica muito legal do Picassos é que muitas canções nascem a partir de levações de som, de jams em estúdio ou nas nossas casas. Com isso, naturalmente, as influências de cada um afloram e sai essa salada falsamente cubista.

3 – Rock Press: Além do Picassos Falsos, a banda tem outros projetos. Fale um pouco sobre esses projetos…
Luiz Henrique Romangnoli: Bom, o Humberto tem uma carreira solo consistente, que junta trabalho autoral com projetos dedicados a Luiz Melodia e Sérgio Sampaio, este último com o grupo tijucano Aquino e a Orquestra Invisível. Gustavo Corsi é músico profissional e hoje toca nas bandas de Marina Lima e Leoni. Além disso, ele produz outros artistas e participa de musicais e peças de teatro. Eu divido meus dedos entre as cordas do baixo e o teclado do trabalho de jornalista, que é o que paga o torresmo e a água de morcego no bar do Bode Cheiroso. Hoje, fora o Picassos, tenho, junto com o Gustavo, um projeto embrionário de funk e r&b, na linha das bandas clássicas de funk e r&b. Um dia sai do HD do computador. E tenho o sonho de aprender a tocar violão de sete cordas (só toco o de seis) para me aventurar em rodas de samba e choro. Aliás, hoje em dia, samba é o que mais escuto, junto com outros ritmos brasileiros, choro, jazz, clássico, e soul, funk e r&b. Amo um batuque. De ijexá a carimbó, pagode, tambor de crioula, o que for. Depois de velho, descobri que deveria ter sido baterista. Agora é tarde. Aliás, por falar nisso, desde que o Abílio deixou a banda, tocamos ao vivo com o Lourenço Monteiro, que acompanha Marcelo D2 e Leoni, entre outros artistas. Lourenço, integrante honorário, é o verdadeiro falso Picasso.
4 – Rock Press: A banda se apresenta na edição de 5 anos de atividades do Coletivo Rockarioca. O que o publico pode esperar desse show? E você se recorda da atividade de coletivos em prol do rock nos anos 1980?

Luiz Henrique Romangnoli: O público pode esperar quatro músicos se divertindo e felizes por poder celebrar com fãs ou meramente curiosos. Vamos passar pelo repertório dos nossos quatro discos, tocando nossos “clássicos” e “Pavão Mysteriozo”. Temos umas surpresinhas em alguns arranjos. Sobre o rock dos anos 80, lembro que havia um coletivo em torno do movimento punk de São Paulo. Tinha também a turma de Brasília, de Legião Plebe, Escola de Escândalos. Acho que a galera de Ira! e Titãs também se relacionava. Ah, e em São Paulo tinha aquela panelinha de bandas ligadas à revista “Bizz”. Na verdade, acho que havia muito mais laços de amizade e compadrio por proximidade regional e afinidade estética. Tinha o rock carioca – pejorativamente chamado de “rock de bermuda” pela crítica paulistana que se jugava superior -, o rock gaúcho, o rock de Brasília, a galera de Minas… Nós tínhamos a turma do nosso próprio país, a Tijuca: Eletroforese, Manga Rosa, Eterno Grito, O Verso/Picassos Falsos, Nós na Garganta, Ed Motta… Não eram exatamente coletivos. Mas o trabalho do Pedro Serra à frente do Rockarioca é sensacional. Além de baterista maravilhoso – tocamos juntos no Cruela Cruel -, ele é uma apaixonado por música, por gente e pela ideia de arte produzida fora dos canais “ricos” ou “oficiais”. Ele é um lutador bravo e apaixonado e faz um trabalho importantíssimo. Fazendo a Alcione aqui: “não deixe o rock morrer, não deixe o rock acabar…”. Mas eu só tangencio essa cena rock. Vou de vez em quando no La Esquina ver as novidades. Meu lance de verdade é ir nas rodas de samba. Aliás, há muito tempo cheguei à conclusão de que a banda de música brasileira verdadeiramente revolucionária nos anos 80 atende pelo nome de Fundo de Quintal.
5 – Rock Press: Quais os planos da banda e deixe uma mensagem aos leitores da Rock Press…

Luiz Henrique Romangnoli: Nossos planos, por enquanto, são tocar aqui e ali, sem grandes cobranças e estresse. Estamos abertos a propostas, tocar em festivais, projetos… Seja no formato “elétrico”, seja num formato “acústico”. Anos atrás, nos idos de 2004, fizemos uma temporada na Melt, no Leblon, chamada “Hipercariocas”, na qual tocávamos músicas de que gostávamos. Ia de “Dia de azar”, do João Nogueira, a “Só o ôme”, do Noriel Vilela, passando por “Filme de terror”, do Sérgio Sampaio. Quem sabe não fazemos algo semelhante no futuro? Eu amo tocar com Gustavo, Humberto e Lourenço. Amo. Minha mensagem para os leitores é: rock é abertura. Contém Black Sabbath e contém Talking Heads. Aceita New Order e aceita Metallica. Não fechem seus ouvidos a outros ritmos, de axé music a free jazz. A grande qualidade, o que fez do rock esse universo foi justamente a liberdade antropofágica (e o dinheiro das gravadoras multinacionais, claro). Rock e conservadorismo não combinam. Roqueiro de direita, fascista, é uma contradição em termos. Lembrem-se: Little Richard, o maior cantor de rock de todos os tempos, era preto. E gay.
KATIA JORGENSEN
NO ROCKARIOCA CONVIDA!

Além do show da Picassos Falsos, o evento comemorativo ainda conta com apresentação da cantora Katia Jorgensen, que no ano passado (2024), lançou “Canções Para Odiar”, disco que contou com produção de Jr Tostoi e Rafael Oliveira. O trabalho deu vida ao espetáculo: “Canções para Odiar – uma Ópera Rock”, que contou com direção da atriz Maria Eduarda de Carvalho no Teatro Rival. O álbum esteve nas listas de melhores discos de rock de 2024, em sites como Pop Fantasma, Na Ponta da Agulha entre outros.
Sua banda, conta com André Paixão (bateria), Rafael Figueira (baixo) e Rafael Oliveira (guitarra, violão, vocais e direção musical). E o show promete canções como “Migalha”, “Te achei feio” e “Empty”, e versões de “Escândalo”, (Caetano Veloso) e “Canalha” (Walter Franco). E, não para por aí, Katia Jorgensen, é idealizadora do projeto “Viva Gal”.

COLETIVO ROCKARIOCA 5 ANOS!
Costumo pensar que quando uma iniciativa ligada ao rock independente brasileiro passar de 5 anos, essa ação é vencedora. Umas dessas empreitadas é sem dúvida o Coletivo Rockarioca que teve início em 2020, durante a pandemia e segue semeando atividades em prol do underground carioca. Nosso total reconhecimento ao músico e DJ Pedro Serra, pela luta a frente do coletivo. Conversamos com o produtor em outra edição do 1,2,3,4… (leia).
Nestes cinco anos o Rockarioca ligou a cena rock do Rio de Janeiro, indo da zona sul à Baixada Fluminense, dos municípios de Niterói e São Gonçalo aos bairros da zona norte e oeste carioca.
Bandas como; Anacrônicos, Banda Gente, Barba Ruiva, Canto Cego, Cidade Partida, Dedo de Bruxa, The Dead Suns, Disstantes, Estranhos Românticos, Funeral Macaco, Gilber T, A Grande Trepada (Big Trep), O Grito, Homobono, Katia Jorgensen, Katina Surf, Korja, Ladrão, Luiz Lopez, Magma Velvo, Mauk & Os Cadillacs Malditos, Melvin & os Inoxidáveis, NoSunnyDayz, The Winter, Os Vulcânicos… já se apresentaram em eventos como o Rockarioca Convida ou no Festival Rockarioca, que terá sua próxima edição em novembro.
Coletivo Rockarioca em ação:
– Falou de 229 bandas novas
– Fez 149 lives de shows independentes.
– Comentou 146 videoclipes independentes.
– Pediu para artistas independentes resenharem 111 álbuns da cena carioca.
– Contou histórias de 87 músicos com seus instrumentos.
– 31 artistas fizeram vídeos sobre seus discos (resenhados por novos artistas).
– 27 bandas independentes antigas foram comentadas.
– 19 locais de shows antigos foram lembrados.
– 15 DJs convidados prepararam playlists com artistas novos.
– 12 programas de rádio, 9 sites e 4 programas de vídeo do RJ foram citados.
– Produziu 23 edições do Rockarioca Convida no La Esquina, dando oportunidade para 46 artistas, onde ao menos 50% tinham mulheres na banda.
– Produziu 3 Festivais Rockarioca na Audio Rebel, com 27 artistas.
RECOMENDAMOS…
A luta não é apenas do Coletivo Rockarioca, das bandas, do Lá Esquina, da Audio Rebel e do heroico Pedro Serra, a luta também é nossa, da Rock Press e demais veículos alternativos e de você que leu essa matéria. Falando em luta, essa iniciativa tem apoio cultural do Stigmata Studio e do Eco Som Studio, faca como esses estudios e prestigiem o Rockarioca Convida. #Recomendamos. – Michael Meneses!
ROCKARIOCA CONVIDA
EDIÇÃO ESPECIAL DE 5 ANOS!

SERVIÇO:
ATRAÇÕES: Katia Jorgensen e Picassos Falsos
LOCAL: La Esquina – Av Mem de Sá, 61 – Lapa – RJ/RJ
DATA: 14 de Agosto de 2025, abertura da casa.
INGRESSOS: Antecipados no site do Sympla (aqui) e na hora do evento na bilheteria do Lá Esquina.
APOIO: Estúdios Eco Som e Stigmata
INFO: @Rockarioca
Ouça: @Picassos Falsos
Ouça: @Katia Jorgensen
MICHAEL MENESES – É o editor da Rock Press deste 2017, criador do Selo Cultural Parayba Records, fotojornalista desde 1993, foi fanzineiro nos anos 1980/90, jornalista e cineasta de formação, pós-graduado em artes visuais. Fotografa e escreve para diversos jornais, revistas, sites e rádios ao longo desses últimos 30 anos, também realiza ensaios fotográficos de diversos temas, em especial música, jornalísticos, esporte, sensual, natureza... Pesquisa, e trabalha com vendas de discos de vinil, CDs, DVDs, livros e outras mídias físicas. Michael Meneses é carioca do subúrbio, filho de pai paraibano de João Pessoa e de mãe sergipana de Itabaiana. Vegetariano desde 1996. Em junho de 2021 foi homenageado na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro pelo vereador Willian Siri (PSOL/RJ), com monção honrosa por iniciativas no audiovisual e na cultura suburbana. Torce pelo Campo Grande A.C. no Rio de Janeiro, Itabaiana/SE no Brasil e Flamengo no Universo. Atualmente, dirige o filme, “VER+ – Uma Luz chamada Marcus Vini, documentário sobre a vida e obra do fotojornalista Marcus Vini e realiza o Parayba Rock Fest que terá sua próxima edição dias 25 e 26 de outubro de 2025.
Respostas de 2
Banda muito phoda ainda na memória único show que vi no circo voador foi um soco no estomago ouvir aquele som vindo de outro mundo muito diferente de tudo o que havia ouvido sem contar com a fúria vocal chamado Humberto F.