ANGRA - Shows arrasadores no Rio, Juiz de Fora e Belo Horizonte/MG ao lado do Tuatha de Danann e Massacration!

Passando por Rio de Janeiro, Juiz de Fora/MG e Belo Horizonte/MG o Angra deu continuidade noAngra_Fundição_Progresso_FOTO_Antonio_Carlos_Paes último final de semana novas apresentações da "Omni Tour", tendo a companhia ilustres das bandas Massacration e Tuatha de Danann. Já no próximo sábado, (1/12), o Angra comemora o centésimo show da Tour, durante o Angra Fest com de line-up de peso formado pelas bandas Dr. Sin, Project46, Malta e Nervosa no palco da Tropical Butantã, em São Paulo! Os ingressos para esta apresentação estão à venda!

Angra Fest RJ – Celebração com convidados Certos!
Fundição Progresso – RJ – 24/11/2018
TEXTOS: Jonildo Dacyoly FOTOS: Antonio Carlos Peres

Não sabemos se chamar de Angra Fest essa mini-tour que passou por Rio de Janeiro, Juiz de Fora e Belo Horizonte, respectivamente, foi proposital ou não, mas foi uma baita ideia associar tais apresentações com o festival que a banda promove em São Paulo. Afinal, como não chamar de "Fest", "Festival" ou "Festa" noites que têm como convidados Thuatha de Danann e Massacration?

Seja lá de quem tenha partido essa iniciativa, atirou no que viu e acertou no que não viu, a julgar pelo clima festivo da noite. Vale ressaltar que na última vez em que a banda esteve na capital carioca, no primeiro semestre desse ano (Relembre: https://bit.ly/2FD0Xwp), divulgando o então recém-lançado "Omni", enfrentaram problemas técnicos, principalmente com os microfones, o que deixou o sempre elegante Fabio Lione visivelmente irritado. Naquela ocasião, o público, sem sombra de dúvida, entendeu e apoiou da primeira à última música, mas o episódio parece ter mexido com os brios dos músicos, que mesmo sem serem cobrados da parte dos fãs pelo ocorrido, davam a impressão de que queriam fazer uma noite impecável.

Contudo, pra fazer com que um evento seja realmente impecável é preciso que tudo funcione como um relógio e isso nem sempre depende da boa vontade de todos. Já na entrada, o público que chegou cedo ao local, teve de esperar por cerca de uma hora e meia além do previsto até que os portões fossem abertos, e devo dizer que feliz é o artista que possui um público fiel, pois geralmente, o mesmo é muito paciente e faz de tudo pra estar perto de seu ídolo.

Bruno_Maia_Tuatha_de_Danann_FOTO_Antonio_Carlos_PaesLiberada a entrada do público, não tardou para os primeiros da noite darem início a sua apresentação. Já passava das 22hs quando o Thuatha de Danann subiu ao palco (o início do show estava marcadoEdgard_Brito_Tuatha_de_Danann_Fundição_Progresso_FOTO_Antonio_Carlos_Paes para as 20:30), mas bastaram os primeiros acordes para o público em geral relevar a longa espera e alguns irritadinhos de plantão se acalmarem e imediatamente aderirem ao clima de "pub irlandês em dia de festa de São Patrício" que tomou conta da casa. 

Os mineiros executaram um set curto, mas recheado de sucessos como "Tan Pinga Ra Tan", que foi uma das primeiras e "Dance of the Little Ones", que fechou a noite. A atmosfera de uma apresentação do Thuatha é tão festiva que a impressão que fica é a de que, mesmo se os caras tocarem por três horas seguidas, ainda vai ter fã reclamando porque deixaram de tocar algum som.

Alguns minutos de intervalo, mais alguns ajustes e era chegada a hora de testemunharmos o culto ao Deus Metal, comandado por seus discípulos mais fiéis, o terror dos Massacration_Funcição_Progresso_FOTO_Antonio_Carlos_Paesposers e do false metal: o grandioso Massacration!

Piadas à parte, Bruno "Detonator" Sutter  e Cia sempre mostram competência naquilo que se propõem a fazer: humor no Heavy Metal. E entre uma piada e outra, desfilaram hits como "Metal is the Law", "Evil Papagali", "Metal Milkshake" e outras, provando mais umaMassacration_Funcição_Progresso_FOTO_Antonio_Carlos_Paes vez que a máxima que diz que "rir de si mesmo é melhor do que se levar a sério demais" é muito verdadeira. Além da rapaziada que fez história no programa "Hermes e Renato" da MTV, nesse show o Massacration teve a participação especial de Egypcio (ex-Tihuana) e também tem contado com o auxílio luxuoso de Ricardo Confessori (Shaman) na bateria, que também acabou participando das presepadas da trupe. Diversão pra lá de garantida.

A apreensão maior do público não era propriamente pelo fato de ser evidente que os anfitriões da noite não saíram nada satisfeitos em relação às supracitadas falhas ocorridas da ultima vez, tampouco era por conta da espera pela volta da banda, visto que fazia somente seis meses que os caras haviam tocado na cidade maravilhosa. Baseado em conversas que ouvi entre os fãs, o que deu pra perceber foi que a expectativa maior era por conta de algumas alterações que vêm sendo feitas no setlist ao longo da turnê.

Entre o final da apresentação do Massacration e o início da do Angra, passaram-se mais de trinta minutos, mas o pessoal aguentava firme. Então, finalmente após esse Angra_Fundição_Progresso_FOTO_Antonio_Carlos_Paesintervalo que sempre parece interminável, do ponto de vista de fã, pudemos ouvir a Intro de "Newborn Me", mas o "fantasma" dos problemas técnicos parecia acompanhar a banda novamente na noite da Lapa. Desta vez, a guitarra de Marcelo Barbosa falhou bem no início da música, mas rapidamente o músico foi ao backstage e substituiu o instrumento.

Fabio_Lione_Angra_Fundição_Progresso_FOTO_Antonio_Carlos_PaesEmendaram com "Travellers of Time" e "Waiting Silence" e a platéia fazia tanto barulho que chegava a abafar até mesmo a potente voz de Lione. Somente depois dessas três primeiras canções, a banda saudou os presentes com algumas palavras e logo soltaram a pedrada chamada "Nothing to Say", seguida da aspirante a clássico "Insania" e a sempre célebre "Acid Rain".

É sempre interessante quando, na tour de  divulgação de um álbum de inéditas, os artistas alteram não somente a ordem das músicas, mas também o próprio repertório, principalmente as composições que fazem parte do trabalho que está sendo divulgado. "Caveman" foi um grande acerto nesse sentido, pois tem nela impressa uma das marcas registradas do grupo: a abordagem de ritmos brasileiros. A canção foi seguida de um virtuoso solo de bateria de Bruno Valverde, que esbanja carisma, especialmente entre os fãs mais jovens. 

Após Valverde espancar a batera, Rafael Bittencourt volta ao palco e anuncia aquela que vem se consolidando como o maior hit de "Omni": "Black Widow's Web", que teve o refrão cantado até por quem passava na rua. Depois vieram "Upper Levels", "Spread Your Fire" e "Omni - Silence Inside".

Na parte final do show, era visível o cansaço de várias pessoas, mas isso não tinha absolutamente nada a ver com o andamento da apresentação ou com a performance dos músicos e sim com os atrasos ocorridos no início do evento. Esse foi o único tipo de reclamação que ouvimos. Pra esse momento, Bittencourt reservou a calma e ao mesmo tempo intensa "The Bottom of my Soul", mais uma surpresa da noite, que teve como destaque Felipe Andreoli na guitarra acústica. Acertaram também na sequência, ao prosseguirem com "Morning Star" e "Magic Mirror", já anunciando o final da apresentação.

Depois de um breve intervalo, voltaram para o Gran Finale com as inevitáveis "Carry On" e "Nova Era", para arrematar mais uma noite que, se não foi 100% perfeita, foi indiscutivelmente memorável, especialmente para muitos que assistiam ao Angra pela primeira vez e sobretudo pelas famílias inteiras que compareceram a essa grande festa. - Jonildo Dacyony. 

Noite de Gala em Juiz de Fora/MG
Cultural Bar - 24/10/18
TEXTO e FOTOS: Eduardo Lira

Esta se tornando comum no Brasil essa pratica de turnês de bandas em conjunto. Esse ano tivemos algumas passagens interessantes no Brasil, as quais tive a oportunidade de acompanhar. Desta vez foi a vez do Angra, Thuatha de Danann e Massacration aqui no Cultural Bar em Juiz de Fora/MG.

A casa impressiona a quem chega, oferecendo uma estrutura e organização impecáveis. Em todo lugar existia acesso para qualquer necessidade que o visitante tenha. Isso certamente minimizou o atraso incomum notado pelas expressões de desconforto da equipe técnica que havia previsto o início das apresentações as 20:30h.  

TUATHA_DE_DANANN_Juiz_de_Fora_MG_FOTO_Eduardo_LiraO Tuatha subiu no palco com uma hora de atraso, as 21:30h, e chegou selando uma atmosfera medieval com uma apresentação expressiva. Com músicos extremamente competentes, executaram a proposta impressionando  até quem não é fã do estilo. Destaque para o lead da banda Bruno Maia, que mostrou toda a sua destreza no comando das Vozes, Guitarra, Bandolin e de vários tipos de Flautas, muitas vezes usadas todos na mesma música. 

Abrindo o show com a "We´re back", o Thuatta surpreendeu quem ainda não conhecia a banda de 24 anos, com a manifestação do público cantando a música que faz parte do último trabalho lançado em 2015 "Dawn of a new sun". Arrancou gritos e coros do publico com as mais antigas e histeria da "Finganforn" do primeiro trabalho da banda.
 
Uma curiosidade desagradável é que a apresentação que deveria durar 30 minutos, teve anunciada pela banda a ultima canção. Uma despedida que foi interrompida pelo som mecânico e o coro de decepção do publico, como os mesmos ouvidos no “Programa do Jô”, em uma entrevista interessante.  A banda não se abalou e começou a tocar o bis "Bela Natura", levando a casa novamente ao clima de histeria.      

No intervalo, a equipe agiu muito rapidamente na transformação do palco para a entrada do MassacrationMASSACRATION_Juiz_de_Fora_MG_FOTO_Eduardo_Lira capitaneado pelo Deus do Metal Bruno "Detonator" Sutter.  As 22:30h, a apresentação iniciou-se com uma visita inusitada do Luis Boça anunciando ser o novo "tour manager" do Massacration. Em seguida entra o time de feras como Ricardo Confessori e a turma do "Hermes e Renato" quebrando tudo com um som preciso e teatral. 

A recepção estridente do publico foi retribuída com as clássicas "Metal is the law" e "Metal milk shake". Tudo regado a muita piada, metal pesado e muita cerveja, com direito a muitas "viradinhas" de copos de 500ml. O discurso de "banda principal" não surpreendeu quem veio assistir o primeiro show da Omni Tour na região. 

Foram tocados todos os “hinos” do Massacration sem deixar nenhum fã na vontade. E no final, após entrada do "Roberto Carlos", "Garçon", trazendo mais cerveja, e do guitarrista Headmaster "o humorista Adriano Pereira" que chegou atrasado alegando "ter sido contido pela blitz". 

Foram solicitados a presença das Massacretes (fãs mulheres do Massacration) no palco para as música que enceraria o show "Metal Milf", "Metal Massacre Atack" e por fim, quando todos pensaram que a noite havia acabado para o Massacration, eles anunciaram o maior clássico da banda. A  cereja da festa  "Metal Bucetation". Finalizando a apresentação com o publico saciado e parecendo ter tomado banho de borracha. Para muitos a noite poderia ter terminado alí, mas ainda tinha muito mais por vir. 

Depois de mais um intervalo religioso de pouco mais de 40 minutos, as estrelas da noite sobem ao palco ao som de "Newborn me", primeira faixa do "Secret Garden", ANGRA_Juiz_de_Fora_MG_FOTO_Eduardo_Liraprimeiro CD com Fabio Lione. O Angra subiu com a fúria de primeiro show. De longe pareciam estafados de estarem cumprindo o 99º show da Omni Tour. Nada ficou a desejar. 

Em seguida iniciaram sem apresentações a faixa "Travelers of Time" para o então despertar do publico que fez a partir daí, difícil escutar a voz do italiano. Continuando, uma sequencia sem novidades como "Waiting Silence" e "Nothing to Say", faixas sempre presente em turnês anteriores, mas ainda mantendo a atenção e abrilhantando shows. Voltando ao Omni, mais uma sequencia matadora com "Insania", "Acid rain", "Caveman" e fechando com Bruno Valverde destruindo na bateria.
 
No retorno da banda inicia-se uma viagem com clássicos dos três últimos CD´s. "Back widows web", "Upper levels" e "Spread your fire". Fechando mais um módulo com "Silence Inside" com direito a Rafael Bittencourt mostrar seus conhecidos dotes acústicos, vocais e Felipe Andreoli no baixo fretless. 

"The bottom of my soul" é outro ponto alto por ser uma música com muito significado tanto para quem a compôs (Rafael Bittencourt) como também pelos admiradores da banda. "Morning Star" e "Magic Mirror" fecham mais um módulo emocionante da apresentação com canções que definem um clima mais sensorial do show.

E para fechar um retorno recheado de hinos como "Rebirth", "Carry On" e "Nova Era". O clima não terminaria diferente de alto astral. Então o que faltava era a foto com a galera com direito a "Robert" contracenado pelo Bruno Sutter que quase não sobreviveu aos exageros alcoólicos do show do Massacration. 

Uma noite para ser lembrada pelos artistas e pelo juizforano, além de abrilhantado pelos profissionais da casa "Cultural Bar" e pelos técnicos "Russo" (técnica do Angra), comandando a housemix e "Eduardo Branco" comandando a iluminação. - Eduardo Lira.

Chuva, Metal e Cerveja!
City Hall - Belo Horizonte/MG - 25/11/2018
TEXTO: Robert Moura - FOTOS: Iana Domingos

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Belo Horizonte tem importância histórica no metal brasileiro desde os anos 1980 com o surgimento de bandas como Sepultura, Overdose e Sarcófago. A passagem das bandas Angra, Tuatha de Danann e Massacration pela cidade nesse domingo (25/11) confirmou mais uma vez que essa tradição sobrevive com um público que compareceu mesmo debaixo de forte chuva.

TUATHA DE DANANN - A casa foi aberta com duas horas de atraso, o que fez com que o show do Tuatha de Danann marcado para as 18h, só iniciasse às 20h06. Ao Tuatha_de_Danann_ Belo_Horizonte_25_11_2018_FOTO_Iana_Domingossaudar o público no início da apresentação, o vocalista Bruno Maia parecia um pouco incomodado, mas a sensação logo passou com a resposta da plateia que entrou em imediata comunhão com a banda. O que se viu daí por diante foi umaTuatha_de_Danann_ Belo_Horizonte_25_11_2018_FOTO_Iana_Domingos performance arrebatadora.

Um desavisado que chegasse ao show do Tuatha provavelmente pensaria que a apresentação se tratasse de um show exclusivo da banda ou que eles fossem os headline da noite. O público cantava em uníssono suas músicas, e nos intervalos entre uma e outra gritavam o nome da banda em alto e bom som.
      
Além das boas composições, a banda tem um instrumental ímpar e completado por excelentes harmonias vocais muito bem executadas ao vivo. A influência de música celta adiciona à banda instrumentos não muito frequentes no rock pesado como violino, bandolins e flautas, além dos recorrentes guitarra, baixo e bateria. No palco, os integrantes do Tuatha têm uma alegria incomum de ser ver em uma banda de heavy. Eles tocam realmente com enorme satisfação e grandes sorrisos em seus rostos.

MASSACRATION - Entraram às 21h33 e entre uma música e outra, a banda fazia piadas no estilo dos sketches que apresentavam na MTV. Personalidades pitorescas dos MASSACRATION_ Belo_Horizonte_25_11_2018_FOTO_Iana_Domingosanos 1980 como Vovó Mafalda e Sérgio Mallandro foram “homenageadas” com citaçõesMASSACRATION_ Belo_Horizonte_25_11_2018_FOTO_Iana_Domingos de músicas gravadas por eles. Sobrou ainda para os “convidados especiais” Michael Jackson e Roberto Carlos. Grandes demais para serem esquecidos mesmo em um show de “metal”, os Reis do Pop mundial e brasileiro tiveram suas imagens parodiadas pela banda. 

Visivelmente, eles têm inspiração nas bandas fictícias The Rutles (do Monthy Pynthon) que parodiava certo quarteto britânico, e a Spinal Tap que assim como o Massacration tem as bandas de hard rock e heavy metal como alvo, com os seus falsos documentários satíricos All Is Need Is Cash (1978) e This Is Spinal Tap (1984), respectivamente.

O Massacration não é uma banda para se levar a sério. E, como a intenção é essa, eles conseguiram cumprir muito bem seu papel de fazer a plateia rir durante o pouco mais de uma hora que estiveram no palco. Todos os clichês musicais e mesmo as desafinações do vocalista Detonator se justificam porque afinal você não sabe se é proposital e se trata apenas de mais uma piada.

ANGRA - Às 23h30, a banda subiu ao palco do City Hall com o vocalista Fábio Lione e o guitarrista Rafael Bittencourt se desculpando pelo atraso. Mas, depois de duas Angra_ Belo_Horizonte_25_11_2018_FOTO_Iana_Domingoshoras de show, não havia fã que nãoAngra_ Belo_Horizonte_25_11_2018_FOTO_Iana_Domingos houvesse perdoado a banda.

O fato do show de Belo Horizonte ser o centésimo da turnê foi lembrado por Lione. O Angra foi acompanhado pelo coro do público em todas as músicas. A cereja do bolo foi a música Morning Star que a banda não executava ao vivo há 16 anos.

Ao final do show, Rafael Bittencourt convidou os integrantes de todas as bandas ao palco para fazer uma foto de registro da apresentação e celebrou a situação da cena metal brasileira. 

Realmente, se a casa não estava cheia por motivos quaisquer: a chuva que caiu sobre BH, a data no final do mês, ou o fato do Angra já ter feito um show na cidade esse ano; o público que compareceu mostrou sua fidelidade e que o metal segue firme na capital mineira. - Robert Moura.

 

ANGRA FEST - SÃO PAULO - 1 de Dezembro de 2018, às 17Hs
Angra_Fest_II_São_Paulo_2018BANDAS: Angra + Project46 + Malta + Nervosa + Dr. Sin
LOCAL: Tropical Butantã - Av. Valdemar Ferreira, 93 (Próximo ao Metrô Butantã) SP/SP.
INGRESSOS: 
Bilheteria do Tropical Butantã
- (sem taxa de serviço).
No Site: https://bit.ly/2zqbzce
INFO: http://www.tropicalbutanta.com.br/ - (11) 3031-0393
EVENTO: https://bit.ly/2KxfkBj
CLASSIFICAÇÃO: 16 anos. Entre 14 e 15 anos somente acompanhado por pai, mãe ou responsável legal munidos de documentos.
ESTACIONAMENTO: locais próximos sem convênio
ESTRUTURA: Ar-condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes. 

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